A Polilaminina em Destaque: Ciência Brasileira Dá Esperança para Lesões na Medula Espinhal

Graças a uma molécula nacional chamada Polilaminina, Pacientes paraplégicos e tetraplégicos no Brasil estão recuperando movimentos.

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Descoberta “por acaso” em 1998, quando a Dra. Tatiana Sampaio, pesquisadora da UFRJ, estudou a laminina (proteína presente na matriz extracelular, que é o “esqueleto” que sustenta e organiza as células nos tecidos) por mais de 20 anos em silêncio, testou laminina não usada: testes em células confirmaram superioridade.

Pelo menos seis pacientes recuperaram movimentos, incluindo casos graves de tetraplegia. Fonte: https://www.instagram.com/p/DUyEu-bkko3/

“O tratamento ainda está em fase experimental, mas os resultados já acendem debates sobre inovação em saúde e oportunidades de mercado.”

Célula Polilaminina: Descoberta de Tatiana Sampaio (UFRJ)
Célula Polilaminina: Descoberta de Tatiana Sampaio (UFRJ)

Lesões na Medula no Brasil: Um Problema Crônico

Lesões medulares traumáticas afetam milhares anualmente no Brasil, com acidentes de trânsito como causa principal (57%), seguidos por quedas, violência (20% armas de fogo) e esportes. Predominam homens jovens (média 35 anos), níveis torácicos (59%) e lesões incompletas/espásticas (57-60%).

Sem tratamento inovador, recuperação motora é rara (<15%), gerando alto custo ao SUS em reabilitação vitalícia. A polilaminina surge nesse contexto como potencial avanço local.

Este artigo resume informações de fontes científicas confiáveis, sem qualquer recomendação médica ou tratamento. O blog saudecomequilibrio.com.br atua apenas como ponte informativa, isentando-se de responsabilidade por aplicações ou decisões de saúde.

O Que é a Polilaminina?

Ciência Brasileira - Polilaminina em Destaque - Medicamento Polilaminina: Descoberta de Tatiana Sampaio (UFRJ)
Medicamento Polilaminina: Descoberta de Tatiana Sampaio (UFRJ)

A polilaminina é uma proteína extraída da membrana extraembrionária da placenta humana, descoberta há quase 30 anos pela bioquímica Tatiana Sampaio, da UFRJ.

Ela promove a regeneração de neurônios na medula espinhal lesionada, algo raro em terapias tradicionais que focam em contenção de danos. Em estudos iniciais, testes em animais e humanos mostraram crescimento axonal e recuperação motora.

Seu mecanismo atua como “andaime” molecular, derivada da laminina embrionária, guiando o crescimento de axônios danificados em modelos de ratos e humanos. Produzida em laboratório pela Cristália/UFRJ, é estável e potente, aplicada diretamente na lesão cirúrgica.


Resultados de Pesquisas Recentes

Em setembro de 2025, um estudo da UFRJ e Cristália testou a molécula em 8 pacientes com lesões recentes: 6 (75%) recuperaram movimentos, incluindo um tetraplégico que voltou a andar após um ano.

Aplicada cirurgicamente em até 72 horas pós-trauma, nas vértebras T2-T10, ela superou taxas de recuperação de 6-38% de métodos convencionais. Esses dados vêm de pré-prints e relatos preliminares, aguardando validação completa.​

Polilaminina: Descoberta de Tatiana Sampaio (UFRJ)
Imagem ilustrativa de uma Espinha dorçal regenerada pela Polilaminina.

Avanços e Aprovações em 2026

A Anvisa aprovou testes clínicos em janeiro de 2026 para 5 pacientes agudos, com apoio do Ministério da Saúde e CAPES. O SUS discute incorporação de estimuladores medulares relacionados, mas a polilaminina segue em fase experimental. Pesquisadora Tatiana Sampaio destaca o potencial, mas enfatiza necessidade de mais estudos.

Fase 1 (Anvisa jan/2026): 5 pacientes (18-72 anos), lesões T2-T10 <72h, avaliará segurança/tolerabilidade antes de eficácia. Locais a definir; Cristália patrocina.

Comparação com Outras Terapias

TerapiaTaxa de Recuperação MotoraAplicaçãoFonte 
Polilaminina (UFRJ)Até 75% em testes iniciaisCirúrgica, pós-traumaPré-print 2025
Estimulação Elétrica20-40% em crônicosImplantávelSUS 2025
Células-Tronco Convencionais6-38%InjetávelEstudos globais

Estudo fase 0 (pré-print 2025): Injetada em lesões AIS A (completas), converteu para AIS C/D em 1 ano para alguns, sem piora neurológica além do esperado. Cães paraplégicos recuperaram andar, efeito “sem precedentes” [web:26]. Foco em segurança inicial

Nota importante: Todas as informações derivam exclusivamente de fontes públicas listadas; consulte profissionais de saúde para qualquer contexto pessoal.

Cautelas e Limitações Científicas

Notícias geram euforia, mas especialistas pedem cautela: amostras pequenas, sem revisão por pares plena e foco inicial em segurança, não eficácia. Não substitui fisioterapia ou suporte imediato


Leia também:


​Conclusão: Ciência Brasileira Dá Esperança para Lesões na Medula Espinhal

A polilaminina, molécula brasileira descoberta pela UFRJ, traz esperança para lesões na medula espinhal.

Em testes de 2025 com 8 pacientes, 75% recuperaram movimentos, incluindo um tetraplégico que voltou a andar. Extraída da placenta, ela estimula regeneração neural em até 72 horas pós-trauma.

Aprovada pela Anvisa para ensaios clínicos em 2026, segue em fase experimental, sem disponibilidade comercial.

O blog saudecomequilibrio.com.br resume fontes científicas como BBC e G1, isentando-se de responsabilidade médica. Consulte especialistas para orientação personalizada.


Perguntas Frequentes sobre Ciência Brasileira Dá Esperança para Lesões na Medula Espinhal

1. A polilaminina está disponível no Brasil? 

Não, ainda em testes clínicos aprovados pela Anvisa em 2026.

2. Quais os riscos? 

Estudos iniciais não relataram graves, mas faltam dados de longo prazo.

3. Para quem serve? 

Lesões traumáticas recentes na medula torácica.

4. Onde acompanhar atualizações? 

Sites oficiais como UFRJ, Anvisa e Ministério da Saúde.


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Referências

Aqui estão as 11 principais referências utilizadas na análise e criação deste artigo. Elas derivam exclusivamente das buscas realizadas sobre a Polilaminina.


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